
"Afinal, é preciso começar a amar,
para não adoecer, e é inevitável adoecer, quando, devido à frustração,
não se pode amar."
Sigmund Freud
Sobre o Narcisismo: Uma Introdução (1914)

Sobre Ana Luísa
Quando nossas palavras são escutadas com atenção, elas abrem caminhos para uma compreensão daquilo que se repete em nós. Uma repetição que, por vezes, sequer percebemos. Que se manifesta naquilo que nos causa sofrimento, mas também nos desejos que insistem em (re)aparecer.
É com essa perspectiva que a psicanálise, sobretudo a partir de Freud e Lacan, compõe a base da minha abordagem clínica há mais de 5 anos. Além da minha formação acadêmica, esse percurso segue hoje através de grupos de estudo, supervisões e projetos de extensão relacionados à psicanálise.
O fascínio pela vida, pela natureza e seus mistérios sempre moveu meus passos. Esse mesmo encantamento se faz presente na minha prática clínica: um espaço onde cada sujeito, pouco a pouco, pode encontrar sua própria forma de dizer e de existir no mundo.
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Graduação em Psicologia (Universidade Paulista)
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Especialização em Clínica Psicanalítica (Universidade Estadual de Londrina)
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Psicanálise com Crianças e Adolescentes (ESPE)

Por que
psicanálise?
Também citada como “a cura através da fala”, a psicanálise surge a partir da grande descoberta freudiana: o inconsciente. Tratando o sofrimento psicossomático de seus pacientes, o então médico neurologista Sigmund Freud (1856 - 1939) percebe a existência dessa instância psíquica onde habitam conteúdos que resistimos em reconhecer. Mas que, apesar disso, produzem sintomas e sofrimento na vida cotidiana.
Através da livre associação de palavras, fragmentos desse inconsciente se revelam. Aquilo que parecia escondido, esquecido, pode ganhar algum contorno. Contando e recontando sua vida, junto ao analista, o sujeito tem a possibilidade de se reposicionar diante daquilo que lhe causa angústia — e também desejo.

Dúvidas frequentes:
O que devo falar nas sessões?
Não existe um roteiro. Geralmente, o ponto de partida é aquilo que causa incômodo, dor ou angústia no momento presente. Você pode falar sobre o que está vivendo agora, mas também sobre histórias passadas que parecem insistir em retornar. As sessões são um espaço de livre associação, onde tudo que é dito está protegido pelo sigilo e pela ética da analista.
Psicanalista dá conselhos?
Diferente de uma conversa com amigos, o trabalho do psicanalista não envolve apontar a escolha “certa” ou dar respostas prontas. O objetivo é abrir espaço para que o sujeito escute também a si mesmo e, pouco a pouco, encontre recursos para (re)abrir seus próprios caminhos.
Quando procurar ajuda profissional?
Não há pré-requisitos para buscar atendimento psicanalítico. Há quem busque ajuda durante um momento de crise e ansiedade ou lidando com um trauma. Também há sujeitos que buscam um espaço seguro para organizar pensamentos e sentimentos. Ou, ainda, quem perceba certas angústias que se repetem no seu dia a dia, no trabalho e nas relações. As razões que levam alguém a iniciar uma análise são inúmeras e tão dignas como quaisquer outras.
Quanto tempo dura o tratamento?
A psicanálise respeita o tempo e a singularidade de cada sujeito, num percurso de investigação e elaboração cuja duração é variada. Não há a promessa de resultados mágicos e imediatos. Há, por outro lado, uma aposta na possibilidade de inventar, para si mesmo, um caminho mais autêntico e próximo do que se deseja.
E cada sessão?
O acordo sobre a frequência das sessões é decidido junto ao paciente. De modo geral, os encontros têm duração aproximada de 50 minutos.
Escritos:
Consultório:
Atendimentos presenciais em Londrina, Paraná.
Segunda a sexta-feira, das 10h às 18h.
R. Pio XII, 755, Centro.



